Sismac
  • 06 | 08 | 2015 - 11:54 Cultura

    Dica de Cultura: o livro “Hiroshima”, de John Hersey

    Dica de Cultura: o livro “Hiroshima”, de John Hersey
    Obra conta a história de seis pessoas que sobreviveram a bomba nuclear, lançada há 70 anos

    Há exatamente 70 anos, numa manhã ensolarada, a cidade japonesa Hiroshima recebeu o primeiro ataque nuclear do mundo, tornando-se placo de uma das maiores tragédias feita pela humanidade. A bomba nuclear foi lançada em 1945 pelos Estados Unidos, no fim da 2ª Guerra Mundial, como uma demonstração do seu poderio militar ao Japão, mas principalmente para a União Soviética (URSS).

    Segundo historiadores, os ataques nucleares a Hiroshima e Nagasaki (a segunda bomba foi lançada três dias depois, no dia 9 de agosto) foram o pontapé inicial para o começo da Guerra Fria. Esse período se configura pela luta de norte-americanos e soviéticos para se estabelecer como principal potência mundial.

    Com o intuito de contar a história da bomba nuclear de outra perspectiva, o jornalista John Hersey escreveu o livro Hiroshima, que reconstitui o dia da explosão a partir da visão de seis sobreviventes da bomba atômica. A obra começa contando onde estavam e o que faziam cada um dos hibakushas, termo utilizado pelos japoneses ao se referirem aos sobreviventes do ataque nuclear. Durante a narrativa, o autor conta também como foram os dias após o ataque, para onde cada um deles foi, o que aconteceu com as famílias das personagens.

    O livro foi importante na época para mostrar ao mundo quem eram aquelas pessoas vítimas da bomba, o que elas viveram e quais foram as consequências daquela demonstração de poderio militar. Ainda hoje, Hirsoshima representa um notável documento para que as novas gerações conheçam a história por outra perspectiva.

    A obra foi escrita primeiramente como uma reportagem para uma edição especial da revista The New Yorker um ano após o ataque, em 1946. Quarenta anos após a explosão que matou em torno de 200 mil pessoas, Hersey escreveu o último capítulo do livro. O jornalista voltou ao Japão em 1986 para descobrir como tinha sido a vida desses seis hibakushas, tão afetados pela bomba, durante aquelas décadas.

  • 06 | 08 | 2015 - 11:54 Cultura

    Dica de Cultura: o livro “Hiroshima”, de John Hersey

    Dica de Cultura: o livro “Hiroshima”, de John Hersey
    Obra conta a história de seis pessoas que sobreviveram a bomba nuclear, lançada há 70 anos

    Há exatamente 70 anos, numa manhã ensolarada, a cidade japonesa Hiroshima recebeu o primeiro ataque nuclear do mundo, tornando-se placo de uma das maiores tragédias feita pela humanidade. A bomba nuclear foi lançada em 1945 pelos Estados Unidos, no fim da 2ª Guerra Mundial, como uma demonstração do seu poderio militar ao Japão, mas principalmente para a União Soviética (URSS).

    Segundo historiadores, os ataques nucleares a Hiroshima e Nagasaki (a segunda bomba foi lançada três dias depois, no dia 9 de agosto) foram o pontapé inicial para o começo da Guerra Fria. Esse período se configura pela luta de norte-americanos e soviéticos para se estabelecer como principal potência mundial.

    Com o intuito de contar a história da bomba nuclear de outra perspectiva, o jornalista John Hersey escreveu o livro Hiroshima, que reconstitui o dia da explosão a partir da visão de seis sobreviventes da bomba atômica. A obra começa contando onde estavam e o que faziam cada um dos hibakushas, termo utilizado pelos japoneses ao se referirem aos sobreviventes do ataque nuclear. Durante a narrativa, o autor conta também como foram os dias após o ataque, para onde cada um deles foi, o que aconteceu com as famílias das personagens.

    O livro foi importante na época para mostrar ao mundo quem eram aquelas pessoas vítimas da bomba, o que elas viveram e quais foram as consequências daquela demonstração de poderio militar. Ainda hoje, Hirsoshima representa um notável documento para que as novas gerações conheçam a história por outra perspectiva.

    A obra foi escrita primeiramente como uma reportagem para uma edição especial da revista The New Yorker um ano após o ataque, em 1946. Quarenta anos após a explosão que matou em torno de 200 mil pessoas, Hersey escreveu o último capítulo do livro. O jornalista voltou ao Japão em 1986 para descobrir como tinha sido a vida desses seis hibakushas, tão afetados pela bomba, durante aquelas décadas.

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