Sismac
  • 25 | 06 | 2021 - 18:00 Informe-se

    Quatro anos do pacotaço: um roubo que não acabou

    Quatro anos do pacotaço: um roubo que não acabou
    Próximo ataque de Greca é o confisco da nossa aposentadoria. Vamos resistir!

    Há quatro anos, no dia 26 de junho, acontecia sob forte repressão policial a votação do pacotaço de ajuste fiscal do desprefeito Rafael Greca. Os servidores municipais jamais esquecerão desse dia, que foi marcado pelo congelamento dos salários e das carreiras de milhares de trabalhadores. Mas, que também será sempre lembrado como um dia de luta e resistência!

    A votação, que foi covardemente transferida para a Ópera de Arame às pressas, contou com mais de 1,5 mil policiais para conter a manifestação dos servidores. E foi assim que os trabalhadores que deveriam ser ouvidos foram duramente reprimidos com bombas, gás lacrimogênio e spray de pimenta. Mais de 30 servidores ficaram feridos.

    Além de ter congelado os planos de carreira e autorizado a retirada ilegal de R$ 695 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), a votação na Ópera de Arame também aprovou o aumento progressivo da alíquota do IPMC, que passou de 11% em 2017 e chegaria a 14% em 2023.

    Nos últimos quatro anos, nossa previdência continuou sendo alvo de sucessivos ataques. O aumento da alíquota de 14% acabou sendo antecipado para 2020. Greca pegou carona na Reforma da Previdência imposta por Bolsonaro em 2019 para acelerar esse aumento e, com apoio dos vereadores da sua base, impôs a alíquota de 14%três anos antes do previsto. Já a cota patronal, aquele valor que é repassado pela Prefeitura, teve calote. O repasse ficou suspenso por seis meses em 2020!

    Neste ano de 2021, tivemos acesso a um estudo que a gestão Greca fez sobre o IPMC que ataca brutalmente a aposentadoria dos servidores ativos e inativos. E em audiência pública de prestação de contas na Câmara Municipal, o secretário de Planejamento, Finanças e Orçamento, Vitor Puppi, confirmou que a gestão estuda um reforma na previdência dos servidores municipais, seguindo a desumana Reforma da Previdência feita por Bolsonaro.

    A pandemia escancara a verdade sobre Greca

    Desde a aprovação do pacotaço, a Prefeitura diz que a medida de ajuste fiscal ajudou as finanças do município, conseguindo, inclusive, ampliar a capacidade do serviço público. Mas basta olhar para a realidade para perceber que esta não passa de mais uma mentira do desprefeito.

    Com o foco em se reeleger, Greca e sua turma aproveitaram da pandemia para tentar passar a sensação de que Curitiba é um verdadeiro mundo de faz de conta! A própria Secretária de Saúde admitiu que o número de servidores não é suficiente para continuar atendendo a população. Com essa informação,em vez dechamar os servidores já aprovados nos concursos públicos, a administração avançou no desmonte com o aumento das contratações precarizadas via Processo Seletivo Simplificado (PSS).

    Além disso, os servidores seguem fazendo seu trabalho durantea pandemiacom os salários e Planos de Carreira congelados, além da intensificação dos ataques aprovados no pacotaço. E, embora o atendimento à população continue sendo uma prioridade, a estrutura para esse atendimento está completamente sucateada.

    Essa não é a realidade que Greca quer mostrar, e se ele não faz, nós fazemos!

    Há quatro anos o pacotaço era aprovado, e hoje, colhemos os frutos de um projeto de ajuste fiscal que colocou na conta dos trabalhadores o pagamento pela crise. Nós não esqueceremos a violência e o desrespeito da gestão Greca. Os servidores municipais continuam na luta!

  • 25 | 06 | 2021 - 18:00 Informe-se

    Quatro anos do pacotaço: um roubo que não acabou

    Quatro anos do pacotaço: um roubo que não acabou
    Próximo ataque de Greca é o confisco da nossa aposentadoria. Vamos resistir!

    Há quatro anos, no dia 26 de junho, acontecia sob forte repressão policial a votação do pacotaço de ajuste fiscal do desprefeito Rafael Greca. Os servidores municipais jamais esquecerão desse dia, que foi marcado pelo congelamento dos salários e das carreiras de milhares de trabalhadores. Mas, que também será sempre lembrado como um dia de luta e resistência!

    A votação, que foi covardemente transferida para a Ópera de Arame às pressas, contou com mais de 1,5 mil policiais para conter a manifestação dos servidores. E foi assim que os trabalhadores que deveriam ser ouvidos foram duramente reprimidos com bombas, gás lacrimogênio e spray de pimenta. Mais de 30 servidores ficaram feridos.

    Além de ter congelado os planos de carreira e autorizado a retirada ilegal de R$ 695 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), a votação na Ópera de Arame também aprovou o aumento progressivo da alíquota do IPMC, que passou de 11% em 2017 e chegaria a 14% em 2023.

    Nos últimos quatro anos, nossa previdência continuou sendo alvo de sucessivos ataques. O aumento da alíquota de 14% acabou sendo antecipado para 2020. Greca pegou carona na Reforma da Previdência imposta por Bolsonaro em 2019 para acelerar esse aumento e, com apoio dos vereadores da sua base, impôs a alíquota de 14%três anos antes do previsto. Já a cota patronal, aquele valor que é repassado pela Prefeitura, teve calote. O repasse ficou suspenso por seis meses em 2020!

    Neste ano de 2021, tivemos acesso a um estudo que a gestão Greca fez sobre o IPMC que ataca brutalmente a aposentadoria dos servidores ativos e inativos. E em audiência pública de prestação de contas na Câmara Municipal, o secretário de Planejamento, Finanças e Orçamento, Vitor Puppi, confirmou que a gestão estuda um reforma na previdência dos servidores municipais, seguindo a desumana Reforma da Previdência feita por Bolsonaro.

    A pandemia escancara a verdade sobre Greca

    Desde a aprovação do pacotaço, a Prefeitura diz que a medida de ajuste fiscal ajudou as finanças do município, conseguindo, inclusive, ampliar a capacidade do serviço público. Mas basta olhar para a realidade para perceber que esta não passa de mais uma mentira do desprefeito.

    Com o foco em se reeleger, Greca e sua turma aproveitaram da pandemia para tentar passar a sensação de que Curitiba é um verdadeiro mundo de faz de conta! A própria Secretária de Saúde admitiu que o número de servidores não é suficiente para continuar atendendo a população. Com essa informação,em vez dechamar os servidores já aprovados nos concursos públicos, a administração avançou no desmonte com o aumento das contratações precarizadas via Processo Seletivo Simplificado (PSS).

    Além disso, os servidores seguem fazendo seu trabalho durantea pandemiacom os salários e Planos de Carreira congelados, além da intensificação dos ataques aprovados no pacotaço. E, embora o atendimento à população continue sendo uma prioridade, a estrutura para esse atendimento está completamente sucateada.

    Essa não é a realidade que Greca quer mostrar, e se ele não faz, nós fazemos!

    Há quatro anos o pacotaço era aprovado, e hoje, colhemos os frutos de um projeto de ajuste fiscal que colocou na conta dos trabalhadores o pagamento pela crise. Nós não esqueceremos a violência e o desrespeito da gestão Greca. Os servidores municipais continuam na luta!

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