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    Servidores não se intimidam e fazem grande mobilização

    Servidores não se intimidam e fazem grande mobilização
    Cerca de 5 mil servidores participam da manifestação convocada pelo Sismmac e pelo Sismuc. Às 14h tentam negociação com a PMC. Às 16h, vão à Câmara Municipal tentar mudar projeto de reajuste
    Cerca de 5 mil professores e trabalhadores das demais categorias do serviço público municipal de Curitiba participam da manifestação convocada pelo Sismmac e pelo Sismuc.

    Desde cedo os servidores se concentraram na Praça Santos Andrade. Dali partiram em caminhada por ruas do Centro rumo à Prefeitura Municipal, no Centro Cívico.

    Os manifestantes repudiaram as diversas tentativas da administração municipal de esvaziar o movimento. Apesar da pressão e das diversas ameaças, os servidores fazem movimento forte e mostram que não se intimidam.

    Em entrevista à imprensa corporativa, o prefeito afirmou que apenas 16 escolas paralisaram as atividades. A Prefeitura maquia a realidade, pois teve escola que parou integralmente e o Núcleo de Educação enviou funcionária para atender telefone e criar a idéia de que a escola funciona.

    A mobilização continua à tarde. Às 14 horas os sindicatos tentam negociação com a Prefeitura, e pedem a presença do prefeito.

    Às 16 horas, os servidores irão à Câmara Municipal pressionar os vereadores para que aprovem emenda ao projeto de lei que prevê reajuste de 6,5% (6,25% da inflação e 0,25% de reposição das perdas). A emenda propõe a reposição de 14,6%, que são as perdas acumuladas no período em que Beto Richa era viceprefeito.
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    Cerca de 5 mil servidores participam da manifestação convocada pelo Sismmac e pelo Sismuc. Às 14h tentam negociação com a PMC. Às 16h, vão à Câmara Municipal tentar mudar projeto de reajuste
    Cerca de 5 mil professores e trabalhadores das demais categorias do serviço público municipal de Curitiba participam da manifestação convocada pelo Sismmac e pelo Sismuc.

    Desde cedo os servidores se concentraram na Praça Santos Andrade. Dali partiram em caminhada por ruas do Centro rumo à Prefeitura Municipal, no Centro Cívico.

    Os manifestantes repudiaram as diversas tentativas da administração municipal de esvaziar o movimento. Apesar da pressão e das diversas ameaças, os servidores fazem movimento forte e mostram que não se intimidam.

    Em entrevista à imprensa corporativa, o prefeito afirmou que apenas 16 escolas paralisaram as atividades. A Prefeitura maquia a realidade, pois teve escola que parou integralmente e o Núcleo de Educação enviou funcionária para atender telefone e criar a idéia de que a escola funciona.

    A mobilização continua à tarde. Às 14 horas os sindicatos tentam negociação com a Prefeitura, e pedem a presença do prefeito.

    Às 16 horas, os servidores irão à Câmara Municipal pressionar os vereadores para que aprovem emenda ao projeto de lei que prevê reajuste de 6,5% (6,25% da inflação e 0,25% de reposição das perdas). A emenda propõe a reposição de 14,6%, que são as perdas acumuladas no período em que Beto Richa era viceprefeito.

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