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    Servidores decidem organizar a categoria para a greve

    Servidores decidem organizar a categoria para a greve
    Em assembleia unificada, servidores do magistério e das demais categorias do serviço público decidiram, que para avançar na negociação salarial, é preciso organizar a greve a partir de 15 de abril
    A tentativa de negociação dos servidores com a Prefeitura Municipal de Curitiba não surtiu o efeito desejado pela categoria. A administração municipal pediu prazo até julho para reabrir as negociações salariais. Para a anulação dos efeitos da falta de 31 de março, solicitou tempo até 15 de abril para uma resposta.

    A categoria não gostou nada da resposta da PMC e decidiu que, para avançar nas negociações, será necessário construir a greve em todo o serviço público municipal. Na assembleia realizada na frente da Prefeitura, duas propostas dividiram os servidores: entrar em greve imediatamente ou em duas semanas.

    Por pequena margem venceu a segunda proposta, com a organização de comitês de mobilização por regional para visitar todos os locais de trabalho e debater a greve a partir de 15 de abril.

    Reunião
    Por volta das 14 horas uma comissão com três representantes do Sismmac, três do Sismuc, o assessor jurídico Ludimar Rafanhim e o economista Cid Cordeiro, do Dieese, foram recebidos pelos secretários Paulo Schmidt e Rui Hara.

    Na reunião, os representantes dos servidores argumentaram sobre a necessidade da administração municipal apresentar um plano de recuperação das perdas. Lembraram do acordo assinado em 2005, já na gestão Beto Richa, com este compromisso.

    Apresentaram alternativas que não seriam onerosas para o poder público, como a incorporação de gratificações de diferentes categorias do serviço público que, em muitos casos, são maiores que os próprios salários.

    O economista Cid Cordeiro mostrou que, com base nos números divulgados pela própria Prefeitura, há margem para evoluir na proposta salarial.

    O advogado Ludimar Rafanhim pediu às autoridades o mesmo compromisso que elas tiveram para aumentar os salários dos comissionados em 15%. “Foi uma manobra imoral, um ato de improbidade administrativa”, afirmou para os secretários.

    Câmara Municipal
    Às 17 horas, muitos servidores, mesmo cansados pela jornada estafante, dirigiram-se até a Câmara de Vereadores para acompanhar a votação do projeto de lei sobre o reajuste salarial. Emenda apresentada propunha a recuperação das perdas do período em que Beto Richa era viceprefeito.

    Os servidores encontraram a Casa do Povo fechada para eles. Indignados com a posição antidemocrática, realizaram manifestação na frente da Câmara Municipal.
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    Servidores decidem organizar a categoria para a greve

    Servidores decidem organizar a categoria para a greve
    Em assembleia unificada, servidores do magistério e das demais categorias do serviço público decidiram, que para avançar na negociação salarial, é preciso organizar a greve a partir de 15 de abril
    A tentativa de negociação dos servidores com a Prefeitura Municipal de Curitiba não surtiu o efeito desejado pela categoria. A administração municipal pediu prazo até julho para reabrir as negociações salariais. Para a anulação dos efeitos da falta de 31 de março, solicitou tempo até 15 de abril para uma resposta.

    A categoria não gostou nada da resposta da PMC e decidiu que, para avançar nas negociações, será necessário construir a greve em todo o serviço público municipal. Na assembleia realizada na frente da Prefeitura, duas propostas dividiram os servidores: entrar em greve imediatamente ou em duas semanas.

    Por pequena margem venceu a segunda proposta, com a organização de comitês de mobilização por regional para visitar todos os locais de trabalho e debater a greve a partir de 15 de abril.

    Reunião
    Por volta das 14 horas uma comissão com três representantes do Sismmac, três do Sismuc, o assessor jurídico Ludimar Rafanhim e o economista Cid Cordeiro, do Dieese, foram recebidos pelos secretários Paulo Schmidt e Rui Hara.

    Na reunião, os representantes dos servidores argumentaram sobre a necessidade da administração municipal apresentar um plano de recuperação das perdas. Lembraram do acordo assinado em 2005, já na gestão Beto Richa, com este compromisso.

    Apresentaram alternativas que não seriam onerosas para o poder público, como a incorporação de gratificações de diferentes categorias do serviço público que, em muitos casos, são maiores que os próprios salários.

    O economista Cid Cordeiro mostrou que, com base nos números divulgados pela própria Prefeitura, há margem para evoluir na proposta salarial.

    O advogado Ludimar Rafanhim pediu às autoridades o mesmo compromisso que elas tiveram para aumentar os salários dos comissionados em 15%. “Foi uma manobra imoral, um ato de improbidade administrativa”, afirmou para os secretários.

    Câmara Municipal
    Às 17 horas, muitos servidores, mesmo cansados pela jornada estafante, dirigiram-se até a Câmara de Vereadores para acompanhar a votação do projeto de lei sobre o reajuste salarial. Emenda apresentada propunha a recuperação das perdas do período em que Beto Richa era viceprefeito.

    Os servidores encontraram a Casa do Povo fechada para eles. Indignados com a posição antidemocrática, realizaram manifestação na frente da Câmara Municipal.

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